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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Porque crismar ?


A crisma é sacramento do envio e da missão.
Não basta o batismo que nos introduz na comunidade.
Qual é o porquê do sacramento da crisma?
No início batismo, crisma e eucaristia eram recebidos juntos.
Eram conferidos a adultos que se convertiam ao cristianismo.
Os três integram a pessoa na vida da comunidade.
Eram conferidos na Vigília Pascal, normalmente na cidade, na celebração do bispo, auxiliado por padres e diáconos. Enquanto padres e diáconos batizavam, o bispo crismava.
Com a expansão do cristianismo, tornava-se impossível a presença do bispo nas celebrações das Vigílias Pascais nas diversas cidades.
Assim começou o costume de deixar a crisma para mais tarde, para quando o bispo fosse à comunidade.
Com o tempo se perdeu a unidade dos três sacramentos.
Daí se procurou um sentido para a crisma: o crismado torna-se soldado de Cristo, cavaleiro de Cristo, testemunha de Cristo.
Com o batismo de criança, a separação se acentuou ainda mais.
A popularização da Primeira Comunhão também contribuiu para o distanciamento entre esses sacramentos.
Aparece uma seqüência diferente: batismo - penitência - eucaristia - crisma.
Há uma unidade teológica entre batismo e crisma.
Um não pode ser entendido sem o outro.
São uma verdadeira participação no Mistério Pascal de Cristo.
O que é Mistério Pascal? Ele envolve vários momentos.
Vida e morte de Jesus - ressurreição - ascensão - Pentecostes.
O Mistério Pascal constitui uma unidade.
Cada sacramento acentua um aspecto do Mistério Pascal.
O batismo acentua a morte e ressurreição, a pertença.
A crisma acentua Pentecostes do Mistério Pascal.
O batizado é confirmado pela força do Espírito Santo.
O crismado é enviado a ser testemunha de Cristo.
A eucaristia acentua o Mistério Pascal e impele para a missão.
Gestos na crisma: imposição das mãos e unção na fronte.
Expressões corretas: óleo do crisma; sacramento da crisma.
Momentos fundamentais na cerimônia da crisma: o nome visível no peito é para criar identidade e acolhida; silêncio para criar interação; música baixa durante a unção e durante a comunhão na oportunidade de chamar o crismando e crismado pelo nome.
A unção significa força, poder, cura, saúde, alegria, bom humor.
Significa beleza e consagração. Reis e sacerdotes eram ungidos.
Cristo é o ungido com o Espírito Santo e com poder (At 10, 38).
Ficou cheio do Espírito Santo e foi enviado em missão (Lc 3, 22; 4, 14-21).
Jesus prometeu enviar o Espírito Santo sobre os discípulos (At 1, 8).
É o Espírito Santo quem renova a Igreja e a envia em missão.
Missão do crismado: anúncio, serviço, comunhão, diálogo, testemunho profético e celebração do Mistério Pascal.
A confirmação é tornar forte a ação de Deus pelo Espírito Santo.
Como segurar o crismado na Igreja? O tempo da catequese deve criar nele hábito e gosto de ser Igreja, se isto ainda não conseguiu da família.
Significa não ser apenas anúncio de doutrina, mas interação.
A preparação para a crisma deve envolver Igreja, família e comunidade.
Criar grupo de pós-crisma e de envolvimento.
Dom Paulo Mendes Peixoto


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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Viva a SEMANA SANTA de verdade !! Que tipo de cristão é você ??


Imagem de Destaque

Viver a Semana Santa

Nós queremos acompanhar os passos de Cristo
Semana Santa, tempo da misericórdia do Pai, da ternura do Filho e do amor do Espírito Santo.
Esta semana chama-se Santa porque nos introduz diretamente no mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada um desses acontecimentos tem um conteúdo eminentemente profético e salvífico.
O fiel cristão – verdadeiramente apaixonado por Jesus Cristo – não pode deixar de acompanhar ativamente a Liturgia da Semana Santa. Infelizmente, a maioria dos católicos tem outras preferências na semana mais santa do ano. Não são capazes de “vigiar e orar” uma só hora com Jesus (cf. Mc 14, 37-38).
Nós queremos acompanhar os passos de Cristo e sentir de perto o que vai acontecer a nosso melhor Amigo e Salvador, procurando sentir o que Jesus sentia em seu coração ao se aproximar a Hora decisiva de glorificar o Pai. Ele viveu esses dias com mansidão e serenidade na presença do Pai. Seu coração estava inundado por uma imensa ternura para com todos os filhos e filhas de Deus dispersos.
Mostremo-nos, pois, solidários a Jesus. Passemos esta última semana de sua vida terrena com Ele, num último gesto de amor e amizade, recolhidos em oração fervorosa e contemplação profunda, de modo que a Páscoa do Senhor seja um dia verdadeiramente “novo” para nós.
Ao participarmos da bênção e procissão de ramos, queremos homenagear a Cristo e proclamar publicamente a sua Divina Realeza.
No Evangelho lido na Segunda-feira Santa, contemplamos Maria de Betânia ungindo os pés do Mestre com o perfume do amor e da gratidão. Na Terça-feira, Cristo revela o que se passa no coração de Judas Iscariotes. Na Quarta-feira, Mateus relata Cristo celebrando com os Apóstolos a festa da Páscoa judia e a traição de Judas.
Na Quinta-feira Santa, pela manhã, é celebrada a Missa Crismal. Esta celebração, que o Bispo concelebra com o seu presbitério e dentro da qual consagra o santo crisma e benze os óleos usados no Batismo e na unção dos enfermos, é a manifestação da comunhão dos presbíteros com o seu Bispo.
No período vespertino, inicia-se o Tríduo Sacro. Com a celebração da Missa da Ceia do Senhor (cerimônia do Lava-pés), recordamos a instituição da Eucaristia e do sacerdócio católico, bem como o mandamento do amor com que Cristo nos amou até o fim (cf. Jo 13, 1).
A Sexta-feira Santa é o grande dia de luto para a Igreja. Não há Santa Missa, mas celebração da Paixão do Senhor que consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da Cruz e sagrada Comunhão. Vivamos este dia em clima de silêncio e de extrema gratidão, contemplando a morte de Jesus na cruz por nosso amor.
O Sábado Santo é dia de oração silenciosa e de profunda contemplação junto ao túmulo de Jesus. São horas de solidão e de saudade... É ocasião para acompanharmos Nossa Senhora da Soledade e as santas mulheres junto ao túmulo de Jesus, sentindo com elas a medida do amor que Cristo suscita nos corações que O conhecem de perto.
A Vigília Pascal, “a mãe de todas as vigílias”, na qual a Igreja espera, velando, a Ressurreição de Cristo, compõe-se da liturgia da Luz, da liturgia da Palavra, da liturgia Batismal e da liturgia Eucarística.
A participação no Mistério redentor de Cristo leva-nos a ser – no mundo descrente – testemunhas autênticas da Ressurreição de Cristo. Não podemos retardar o anúncio da ressurreição. Que a alegria de Cristo ressuscitado penetre nosso ser, domine nosso pensamento, tome conta de nossos sentimentos e ações. Precisamos de gente que tenha feito experiência da ressurreição. Existe uma única prova de que Cristo tenha ressuscitado: que as pessoas vivam a Sua vida e se amem com o amor com que Ele nos ama...
Guiados pela luz do círio pascal, e ressuscitados para uma vida nova de fé, esperança e amor, sejamos testemunhas vivas da Ressurreição do Senhor Jesus.
Que a Mãe do Ressuscitado nos aponte o caminho para Jesus Cristo, nosso único Salvador.
Dom Nelson Westrupp
Bispo diocesano de Santo André - SP


UMA ÓTIMA SEMANA SANTA A TODOS DO GRUPO !!!
FIQUEM NA PAZ DO ÚNICO QUE TE AMA ATÉ QUANDO
VOCÊ O DEIXA DE AMÁ-LO ... ETERNAMENTE !!!
Sergio e Ligia

Para que eu vivo ???


Para que vivo eu?
Enquanto não tivermos uma resposta a esta pergunta, uma resposta que nos mostre o significado da nossa existência - a nossa razão de viver, de amar, de lutar, de trabalhar… -, não seremos autênticos seres humanos. Seremos bichos mais ou menos pensantes que circulam, comem, bebem, dormem, fazem sexo, fuçam, desfrutam, se enjoam, se iludem, se desiludem, trabalham, brigam, se deprimem, vão ao psiquiatra, não sabem o que lhes acontecem, envelhecem e morrem.
Faz já alguns anos, uma crônica jornalística reproduzia a resposta de uma mocinha carioca à pergunta sobre o que achava dos bandos de vândalos e pixadores que danificam instalações públicas: - «Para mim - dizia ela -, as pessoas não sabem mais o que fazer das suas vidas». Sem grandes filosofias, essa menina lembrava que nós é que temos de “fazer a nossa vida”, que é preciso “fazer algo com ela”, e que não faremos nada de válido se não “soubermos o que fazer”. Justamente por termos uma inteligência e uma vontade livre, somos os responsáveis pela nossa vida. Que fazemos dela? Que faremos dela?
Essa filósofa-mirim trouxe-me à memória outra menina e outra reportagem de jornal. No caso, uma reportagem bem triste. Em São Paulo, há vários anos, uma estudante de dezesseis anos despencou - ou se jogou? - da janela de um dos últimos andares de um prédio de apartamentos, onde uma turma de colegas consumia drogas. Morreu na hora. Entre os seus papéis, acharam-se rabiscos de umas confissões íntimas. Desse texto, basta uma amostra: «Vou ver se aqui eu consigo dizer tudo o que sempre quis dizer. Em primeiro lugar, eu queria viver. Mas eu vivo, o problema não é esse. O problema é ter que viver para quê? Ou para quem? Eu quero encontrar algo que me faça querer viver eternamente».
A pobre mocinha não tinha descoberto ainda para que vivia, e por isso se achava perdida, sem sentido e sem rumo. Isso faz pensar que, mesmo na sua trágica desorientação, tinha uma intuição profunda do sentido humano da vida. Reparemos que ela não colocava a sua realização em possuir bens, em enriquecer, gozar dos prazeres da vida (como seria de esperar, mexendo-se num ambiente consumista e hedonista), mas numa “razão de viver”, que não conseguia achar: «Eu quero encontrar algo que me faça querer viver eternamente». Só por isso era humana: porque sentia a sede de sentido, sem a qual tudo acaba em absurdo e frustração.
Eu sou fiel a mim mesmo?
À vista desses dois episódios, tornam-se incisivas estas perguntas: - Podemos dizer que estamos configurando, orientando a nossa vida de acordo com um ideal que a cumule de sentido, ou pelo menos que lutamos para chegar a isso? Esse ideal move-nos de maneira a vencermos a preguiça, a pressão do ambiente, os impulsos meramente instintivos, a inércia e a moleza, que apagam qualquer ideal?
Estejamos certos de que só vivendo assim - à procura de um ideal que nos encha de sentido - poderemos dizer que somos fiéis a nós mesmos, à grandeza do que nós somos, às exigências profundas da nossa dignidade de pessoas humanas; em suma, poderemos dizer que somos autênticos seres humanos.
Talvez nos mostre uma pista, para começarmos essa procura, um comentário do protagonista do romance Life after God (”A vida depois de Deus”, deste Deus que “nós matamos”), do americano Douglas Coupland.
O escritor se autodefine como membro da «primeira geração americana educada sem religião», e retrata a falta de sentido e o tédio acumulado de muitos dos seus companheiros, criados no vácuo do prazer sem Deus (drogas, álcool, sexo-carne, ausência de compromissos).
No fim do romance, o protagonista faz chegar uma mensagem à namorada, que é como que o grito do vazio: «Pois bem… eis o meu segredo. Digo-o com uma franqueza que duvido voltar a ter outra vez; de maneira que rezo para que você esteja num quarto tranquilo quando ouvir estas palavras. O meu segredo é que preciso de Deus; que estou farto e que já não posso continuar sozinho. Preciso de Deus para que me ajude a dar, pois me parece que já não sou capaz de dar; para que me ajude a ser generoso, pois me parece que desconheço a generosidade; para que me ajude a amar, pois me parece que perdi a capacidade de amar…».
Não vale a pena pensarmos a sério nessas coisas todas?
Padre Francisco Faus
http://www.padrefaus.org/

Minha opinião: Você veio ao mundo pela ação do Espírito Santo, quando
morrer vai para o céu (se quiser - é a vontade de Deus), e o que você
faz neste intervalo entre a vida e a morte pra Jesus, por Jesus e em
Jesus ? Ahhh .... vai te catar !!! Toma juízo e dê alegrias a Nosso Senhor
Jesus Cristo!

Sergio Jr.