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Formacao

segunda-feira, 26 de março de 2012

Porque ser católico morno ?

 

Diante da pergunta: Por que nos encontramos com um catolicismo morno? Podemos responder dizendo: porque os católicos assumiram um nome e não um estilo de vida. Um jovem que recebe um diploma de engenharia deve buscar desempenhar uma atividade própria da sua profissão, para que outras pessoas vejam que efetivamente ele é um engenheiro, porque, senão, pode até ser que ele tenha tirado boas notas na faculdade, mas se não atuar o aprendido, é inútil seu diploma. Da mesma forma, se um católico não atua sua fé católica, é inútil dizer que é católico. Hoje em dia, muitas pessoas dizem ser católicas não praticantes, depois, surgem os escândalos e o nome da Igreja Católica é difamado, por aqueles que se dizem ser, mas não o são.

Por que hoje em dia, encontramos no Brasil, pessoas que votam em partidos que se não são anticlericais, pelo menos rejeitam abertamente a intervenção da Igreja em defender a vida, desde a concepção até a sua morte natural? Muitos militantes da cultura da morte estão trabalhando em todos os meios de comunicações possíveis, aproveitando a falta de identidade da maioria dos católicos de hoje. Católicos de nome, só que ainda não assumiram completamente a responsabilidade de serem verdadeiros católicos.Diante desta constatação, quero propor algo prático para seguirmos crescendo nesta identificação plena para sermos verdadeiros católicos. Primeiro, intensificar a união com Cristo, que se dá por meio da oração. A pessoa que realmente ora, reconhece esta graça de ser católico e transmite aos outros esta luz que irradia um católico verdadeiro. Em segundo lugar, buscar conhecer mais sobre o Papa, sobre os ensinamentos que ele transmite nos seus escritos. É triste constatar que a única informação que muitos católicos têm do Papa, vem através dos jornais ou emissoras anticatólicas, ou por críticas de pessoas que escutaram de terceiros, sobre o Vaticano, sobre a Hierarquia, etc.É um direito nosso exigirmos que os padres ou ministros nos instruam no conhecimento da nossa Igreja. A fé nos ajuda a ver na pessoa do Papa a voz do próprio Cristo e do Espírito Santo, só que devemos saber o que pronunciou esta voz, para que a coloquemos em prática.Um católico não pode ser indiferente ou ignorar, temas controvertidos que são motivos de polêmica e acusações por parte das seitas e dos que não creem, por exemplo: as imagens, a Virgem Maria, o aborto, eutanásia. Todos estes temas, diariamente são jogados na cara dos católicos e se estas seitas ou ateus veem que não existe uma posição clara, teimam em por a fé destas pessoas entre parentêses, buscando uma forma de colocá-las em dúvida. Buscar uma ampla cultura religiosa é dever de cada católico. Não podemos pôr a desculpa do pouco conhecimento da própria fé, acusar ou atacar a Igreja Católica ou a sua hierarquia. A Igreja somos nós. Não um grupo reduzido de pessoas, como os padres, as freiras, os seminaristas, estes são uma parte, importante na transmissão e no ensinamento da palavra de Deus, dos sacramentos. Só que se não existirem católicos convencidos, comprometidos no batismo, que amem Cristo e a Igreja, não se poderá combater o inimigo, ou seja, o próprio satanás, que busca perder todas as almas, levando-as à perdição.Somos Igreja e devemos edificar esta Igreja com nossa vida, nosso testemunho. Se cada católico tivesse a preocupação de se formar e transmitir esta formação aos seus familiares, amigos parentes, hoje talvez o mundo fosse melhor. A fé vivida até ás suas últimas consequências seria, como dizia João Paulo II, “o momento da Civilização do Amor”.No meio de tantas necessidades que tem o mundo de hoje, nada é mais importante que ter uma Igreja Católica totalmente unida e cheia de católicos integrais. Deus queira que possamos tirar o anúncio que leva anos posto na nossa religião: “Precisa-se de Católicos convencidos”.Sem. Carlos Pereira, LCCatólico formado e informado é católico preparado! 

Filme - " Paixão de Cristo "


Para quem não veio à aula passada, do dia 24/Março/2012, assistimos o filme "Paixão de Cristo" até +- 1h e 20. Quem puder, assista, por favor. Semana que vem, dia 31/Março/2012 a gente terminará e fará uma adoração em frente ao sacrário da igreja Dom Bosco.



segunda-feira, 19 de março de 2012

O que é o Rosário ou o Terço?


Algumas pessoas já perguntaram-me sobre a diferença entre o Rosário e o Terço pois bem, o Rosário é o conjunto de 200 Ave-Marias, ou seja, 20 mistérios que contemplamos desde a anunciação do anjo Gabriel até a coroação de Maria como Rainha do Céu e da terra. Já o Terço como o próprio nome diz se trata da quarta (permanece o nome terço) parte do Rosário, ou seja, 50 Ave-Marias ou 5 mistérios. Temos então, o Rosário dividido em quatro partes: A primeira parte os Mistérios Gozosos, a segunda parte os Mistérios Luminosos, a terceira parte os Mistérios Dolorosos e por fim os Mistérios Gloriosos. Quem achar difícil no seu dia-a-dia rezar o Rosário inteiro, pode dividi-lo rezando a primeira parte de manhã cedo, a segunda no meio do dia, a terceira no final da tarde e a quarta a noite, mas se mesmo assim continuar difícil, pode fazer como o proposto acima, rezando uma quarta parte por dia, ou seja, o Terço.

Será que o Terço (Rosário) não é uma oração mecânica, pouco inteligente?
Existe o risco de fazer do Terço (Rosário) uma oração mecânica, na qual a única preocupação é a repetição apressada. Porém, quando paramos para examinar o sentido da repetição, descobrimos: a força do Terço (Rosário) está na repetição.
Diz Jesus: “Se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no reino dos Céus” (Mt 18,3). Quando rezamos o Terço (Rosário), estamos diante de Deus, do modo que mais lhe agrada, como um coração de criança e sem impor condições a Ele. (Pe. Alberto Luiz Gamberini)
Já ouvi algumas pessoas questionando sobre o Terço (Rosário), dizendo que é apenas repetitivo, ou que não é Bíblico. Pois bem, não vou aqui escrever um testamento explicando a respeito, mas há um CD do Pe. Joãozinho (recomendo) que se chama: “Os mistérios do TERÇO (ROSÁRIO)”. No encarte deste CD, ele fala sobre 10 boas razões para rezar o Terço (Rosário), que eu gostaria de colocar aqui. Não pedi autorização a ele nem a ninguém que por direito deveria, mas se tratando das coisas de Deus, acho que não terá problema:

1. É uma Oração Bíblica: O Pai-Nosso é a oração que Jesus nos ensinou. A Ave-Maria, na primeira parte, é a saudação que lemos no Evangelho àquela que seria escolhida para ser a Mãe de Deus (Lc 1,28. 42).
O Terço (Rosário) repete as palavras do Evangelho. Quando o rezamos, realizamos a profecia de Maria no Magnificat: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48). Bendita sois vós entre as mulheres.

2. Cristo está no Centro do Terço (Rosário): O mais importante não é prestar atenção nas palavras. Elas apenas ajudam a mente a concentrar-se nos momentos da vida de Cristo. Nasce. Cresce. Anuncia o Reino. Realiza a vontade do Pai. Sofre a Paixão. Vence a morte. Vive. São os mistérios da vida de Jesus. São os mistérios do Rosário (Terço).
3. Rezar com a Igreja: Rezar o Terço (Rosário) é estar sintonizado com a oração de toda a Igreja. Não é oração individualista. Não é alienante. O terço faz a gente sentir Igreja.
4. Maravilhosa terapia: Se você vive cansado, se você está com insônia, se procura auxílio de calmantes, tente rezar o Terço (Rosário). Ele não é tóxico e produz um efeito maravilhoso. O Terço (Rosário) é fonte de bênçãos e de graças. Tente e você mesmo descobrirá.
5. Simples e Profundo: Até as crianças podem rezar o Terço (Rosário) e colher seus frutos. É uma oração simples. Parece que surgiu no meio do povo mais humilde. O Terço é uma oração profunda.
6. Escola de Oração: Precisamos aprender a rezar. Conheço muitas pessoas que não sabiam como se chegar a Deus. O Terço (Rosário) foi uma verdadeira escola.
7. Atual: Cada dia se fala de meditação. Nosso mundo agitado está começando a dar sinais de cansaço. Cresce o interesse pelos métodos orientais de oração. O Terço (Rosário) é de inspiração oriental… E é cristão. Por que não ensiná-lo às novas gerações?!
8. Oração Libertadora: O Terço (Rosário) liberta porque nos põe em íntimo diálogo com o Libertador. Maria canta: “Derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes” (Lc 1,52. 53). Entre um mistério e outros repetimos: “Jesus, socorrei principalmente os que mais precisarem”. É a opção preferencial pelos pobres presente no terço.
9. Popular: Na cidade, ou no campo – religiosos, leigos, bispos, padres, até o Papa -, todos têm uma simpatia especial pelo Terço (Rosário). Não é a oração oficial da Igreja. Mas sempre foi rezado por toda a Igreja, principalmente pelo povo simples que encontra nele uma maneira prática de estar com Deus.
10. Oração cinematográfica: Enquanto repetimos as palavras, a imaginação vai criando em nossa mente o filme da vida de Cristo. Este modo de rezar é conhecido por “contemplação”.

Fonte: http://www.tercodoshomens.com.br/

segunda-feira, 12 de março de 2012

Porque sexo é só no casamento ??



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Por que sexo só no casamento?

O ato sexual é a celebração do amor conjugal
Deus criou todas as coisas e “viu que tudo era bom” (Gen 1,25). Portanto, tudo o que Ele fez é belo, também o sexo, desde que no lugar certo. O sexo é belo e puro quando vivido no seu devido lugar; nós viemos ao mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém-nascida não seria tão bela e inocente.
O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela, a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar esse utensílio para tirar a vida de alguém, nem por isso esse objeto se torna algo mau. Não. O mal não é a faca, mas o uso errado que se fez dela.
Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso, mas pode ser mal usado e gerar o sofrimento. Deus fez do casal humano “a nascente da vida”. Nada se compara à missão de ser pai e mãe. Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos: “crescei e multiplicai” (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal, fez do sexo também o meio mais profundo da “manifestação” do amor conjugal. O ato sexual é a “celebração do amor conjugal”, como que a “liturgia do casal”.
E é no ápice desta “celebração do amor” que o filho é concebido. Isto é, ele não é somente a carne e o sangue do casal, mas, principalmente, o fruto do seu amor. É por isso que a vida sexual de um casal, que não se ama de verdade, nunca é harmoniosa.
Quem tem uma relação sexual com uma prostituta está preocupado apenas com o prazer, e não tem qualquer compromisso com ela. Acabada a relação, paga-se e vai-se embora. Não importa se amanhã esta mulher está grávida, doente, ou passando fome, não lhe interessa, ele pagou pelo “serviço”. Veja, isso é sexo sem amor, sem compromisso de vida, sem uma “aliança”, sem responsabilidade. É o desvirtuamento do sexo, a prostituição. Quantos hoje vivem uma “aventura amorosa” com uma pessoa, e depois a esquecem, a abandonam...
No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal; cujo fruto será o filho do casal. Na fusão dos corpos se celebra profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as lágrimas derramadas... é a festa do amor conjugal. Por isso, o ato sexual é o ato “fundante” da vida do filho. O ser humano não pode ser gerado na parede fria de um tubo de ensaio de um laboratório, mas no ato amoroso dos seus pais.
Assim, no plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento. São Paulo há dois mil anos já ensinava aos coríntios:
“A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1 Cor 7,4). O apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, e nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
A união sexual só tem sentido no casamento, porque só neste existe um “comprometimento” de vida conjugal, vida a dois, no qual cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro, para sempre, diante da comunidade e diante de Deus. Cada um é “responsável pelo outro” até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem este “compromisso de vida, até que a morte os separe”, o ato sexual não tem sentido, torna-se vazio e perigoso. E por conseqüência disso, estamos vendo meninas de 13, 14 anos, grávidas, sem o menor preparo e maturidade para serem mães.
Muitas crianças têm vindo ao mundo fora de um verdadeiro lar, sem a presença do pai, porque foram geradas no namoro, sem compromisso, que terminou até mesmo antes do nascimento da criança, deixando-a “órfã de pai vivo”.
As conseqüências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: famílias destruídas, mães e pais solteiros; filhos abandonados, ou em orfanatos. Muitos desses se tornam “meninos de rua”, cada vez mais numerosos, muitas vezes, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores.
Quantos abortos são cometidos porque se busca apenas egoisticamente o prazer do sexo antes do casamento, e depois se elimina o fruto: a criança! As doenças venéreas são outro flagelo do sexo antes ou fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS. No casamento, ninguém pega AIDS, sífilis ou outra enfermidade, se ambos são fiéis um ao outro. Por isso, o verdadeiro remédio contra a AIDS é a vivência sexual apenas no casamento; e não, como se propõe, irresponsavelmente, o uso de “camisinhas”, ao invés de se eliminar o vício pela raiz.
Outra razão importante para se viver a castidade antes do casamento, é que com isso o jovem se educa, se domina, treina o seu corpo e a sua mente para uma vida futura de fidelidade a seu esposo ou esposa. Aquele que se acostumou à pratica sexual no namoro, antes do casamento, dificilmente se conformará em viver o sexo com a mesma pessoa para sempre. E aí vem o adultério e a destruição do lar. Este é o preço do sexo antes do casamento. Por outro lado, um jovem que aprende a se manter casto até o casamento, prepara a sua vontade e exercita seu autodomínio para ser fiel ao seu cônjuge durante o matrimônio, e assim, construir uma família forte e saudável.
A nossa sociedade, perversa e irresponsável, incita o jovem a viver o sexo de maneira precoce e sem compromissos, e depois fica apavorada com as milhares de meninas grávidas. Isso é fruto do sexo antes do casamento, do chamado “amor livre”, e do comércio vergonhoso que se faz do sexo através da televisão, dos filmes eróticos, das revistas pornográficas e, agora, através do telefone e da internet.
No campo do sexo, Cristo foi exigente e não deixou margens a dúvidas: “Todo aquele que olhar para uma mulher com desejo de cobiça, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27).
O ato sexual significa que cada um pertence ao outro, livremente, para sempre. Será que é possível isso no namoro? Pois o ato sexual, – para não ser desvirtuado –, deve sempre estar aberto à geração da vida, sem que isso seja impedido por meios artificiais.
Ora, se o ato sexual gera a vida de um novo ser humano, este precisa ser acolhido em um lar pelos seus pais. É um direito da criança, que vem a este mundo, ter um lar, ter seus pais a seu lado, etc. Nem no namoro nem no noivado há um compromisso definitivo firmado diante de Deus e dos homens entre o casal; além do mais, nessas épocas ainda não há a segurança de uma família sólida e estável para o filho. Por essa razão, só depois que os corações e as suas vidas estiverem unidas e compromissadas por uma “aliança definitiva”, é que cada um pode se entregar fisicamente ao outro. O ato sexual é o selo do amor de um casal que se comprometeu com o outro para sempre.
Da mesma forma, se você apanhar e comer uma maçã ainda verde, ela vai fazer mal a você, e se estragará. Se você viver a vida sexual antes do casamento, você só terá problemas e não alegrias. Quantos rapazes engravidaram a namorada, e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes são obrigados a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais... sem poderem constituir uma família como convém. Tudo começa errado.
Para tudo existe a hora certa, na qual as coisas acontecem com equilíbrio e com as bênçãos de Deus. Eu sei que esta proposta não é fácil, mas eu quero dizer que é muito bela. Eu sei que o mundo lhe diz exatamente o contrário, pois ele não quer “entrar pela porta estreita” (Mt 7,14), mas esta é que conduz à vida.
Peço que você faça esta experiência: veja quais são as famílias bem constituídas, felizes e sólidas; veja quais são os casamentos que estão estáveis, e verifique sob que bases eles foram construídos.
Foto
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

Como ser um bom catequista ?

quinta-feira, 8 de março de 2012

A oração dos 7 passos


Por incrível que pareça é cada vez mais comum as pessoas do nosso tempo buscarem alguma forma para entrar em contato com o “ser superior” (como alguns chamam). Esse Ser Superior, para os cristãos e a maioria da humanidade, se chama “Deus”! Ele traz um profundo desejo de estar cada vez mais próximo de você e de conversar com você. Um dos meios mais comuns para entrar em contato com o Senhor se chama: “oração“. Porém, a maioria das pessoas sente muita dificuldade para orar e costuma dizer:
1. “…não sei o que é isso direito…”
2. “…não sei como começar isso…”
3. “…até sei começar, mas logo paro de rezar (orar)…” [inconstância]
4. “…só rezo (oro) quando passo por dificuldades…”
5. “rezo (oro), sim, mas do meu jeito…”
6. “rezo (oro) sempre, em todo lugar… (na maioria das vezes uma desculpa de que ainda não aprendeu a orar direito).
Então, para tentar resolver alguns desses problemas, quero mais do que ficar dando explicações teológicas sobre oração (CONTINUE LENDO, CLIQUE AQUI)